Gigante têxtil moçambicano retoma atividade com acionistas portugueses

Uma das mais conhecidas fábricas têxteis moçambicanas, a Riopele, volta a funcionar, décadas após a paralisação, resultado de um investimento de mais de 30 milhões de euros, que inclui capital português.

Segundo Salimo Abdula, presidente da Intelec Holdings, uma sociedade moçambicana que opera em diversos ramos, a reativação da Riopele, localizada no distrito de Marracuene, província de Maputo, sul do país, resulta de um consórcio entre a sua firma e as empresas têxteis portuguesas Mundotêxtil, Mundifios e Crispim Abreu, que adquiriram o património da fábrica moçambicana.

"Queremos ter todo o ciclo industrial fechado e todo o pessoal formado para lidar com esta atividade", disse Abdula, enfatizando que, na primeira fase, do projeto, a Riopele irá dedicar-se à fiação de algodão.

Depois, adiantou o presidente da Intelec Holdings, a Riopele passará à tecelagem e mais tarde à produção de vestuário, para o mercado interno e internacional.

De acordo com Salimo Abdula, o projeto inclui, numa fase posterior, um empreendimento agroindustrial para a produção de algodão que será usado na fábrica têxtil.

 

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Revista INVEST/LUSA

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